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Carta 216Janeiro 2023

Comentário do gestor

Prezados Coinvestidores,

Lamentamos profundamente o episódio “Lojas Americanas”.

Embora não tivéssemos nenhuma ação ou debênture da empresa e não tenhamos sido impactados diretamente, como participantes do mercado temos o dever de trabalhar pela integridade e retidão do mercado e todos seus participantes. E de repudiar e combater todas as pessoas ou empresas que não agem com princípios de respeito, ética e integridade.

Respeito e confiança são a base de qualquer relacionamento, especialmente em relacionamentos fiduciários.

Toda avaliação de investimento deve começar medindo riscos, especialmente reputacionais.

O que está em jogo neste episódio, além dos recursos financeiros envolvidos, é a reputação dos acionistas de referência das Lojas Americanas.

Esperamos que a verdade venha à tona, que justiça seja feita, e que sirva de lição para todo o mercado.

Lamentamos ter de iniciar nossa Carta falando de um tema tão desagradável, mas entendemos ser importante que todos conheçam nossa opinião sobre esse assunto.

Sobre nossos resultados, em janeiro tivemos resultados positivos, tanto nos fundos de ações como em nosso fundo multimercado.

A conjuntura externa favorável, com a expectativa da reabertura da China e, também, de que o Banco Central Americano não vá subir tanto os juros, fez com que os índices acionários internacionais tivessem um mês positivo.

O índice S&P 500 subiu +6,2%, o índice Nasdaq +10,6%, o FTSE da Inglaterra +4,3% e o Nikkei do Japão +4,7%.

Aqui o Ibovespa subiu 3,36%, na carona da entrada de investidores estrangeiros, que ingressaram com mais de R$ 10 bilhões na Bolsa brasileira em janeiro, comprando especialmente empresas de commodities.

No dia 01/02, o FED (Banco Central Americano) subiu os juros em mais 0,25%, para entre 4,5% e 4,75%. Jerome Powell, presidente do FED, disse que embora a inflação esteja declinando, novas altas serão necessárias, mas o mercado leu o discurso de Powell como mais moderado.

Ontem, também, o COPOM (Comitê de Política Monetária) do Banco Central do Brasil decidiu manter a taxa básica de juros em 13,75%. O comunicado pós reunião trouxe um tom mais duro do que o esperado, sinalizando que a taxa Selic deve ficar no nível atual por mais tempo.

E no dia 02/02, o Banco Central da Inglaterra e o Banco Central Europeu também aumentaram a taxa de juros em 0,5%. Na Inglaterra para 4% e o Banco Central Europeu para 2,5%. A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, afirmou que o BCE aumentará os juros em ritmo constante e que, em todos os cenários, as altas são necessárias.

A possibilidade de que o FED desacelere o aperto monetário nos Estados Unidos não só animou os mercados como também favorece o carry trade (investidores que trazem recursos para aplicar nos juros brasileiros – mais alto do que os juros lá fora).

Além de a Selic estar em patamar mais alto do que os juros americanos e europeus, a alta das commodities empolga os investidores estrangeiros com o Brasil. Tudo isso junto faz com que o Real se aprecie frente ao dólar neste início de ano. No dia 02 de fevereiro, o dólar estava negociando abaixo dos R$ 5,00.

Seguimos com muita cautela em nossas carteiras. Apesar do ingresso forte de investidores estrangeiros na Bolsa Brasileira neste início de ano, temos preocupações com o crescimento da economia mundial neste momento de altas de juros, além de preocupações com o controle fiscal do novo governo brasileiro.

Uma carteira bem diversificada em termos de setores e riscos e, também, um caixa acima do habitual (rendendo CDI) tem sido nossa decisão no momento atual.

Todas as empresas em que estamos investindo têm alto potencial de valorização em relação aos preços atuais de suas ações, mas sabemos que estamos num ambiente que compete com juros altos na carteira dos investidores. Daí que temos tido um cuidado redobrado neste momento.

Nossos investimentos são de longo prazo, e sabemos que no longo prazo os preços convergem para o devido valor, mas também que cautela e paciência não fazem mal para ninguém.

Desejamos um ótimo mês de janeiro para todos, com sabedoria, saúde e paz.

Obrigado por investirem junto conosco!

Economia

Hoje está melhor que amanhã?

As economias bem-sucedidas combinam uma série de elementos que geram prosperidade, como as liberdades econômicas, as poucas fricções no mercado de trabalho, um sistema tributário simples e previsível, segurança jurídica, entre outros. Nesses ambientes, as mudanças de representatividade política em pouco acarretam a sensação de que tudo vai mudar de uma hora para outra e muito menos afetam decisões de investimentos feitos anos atrás. As regras do mundo dos negócios estão bem definidas e qualquer ajuste passaria por ampla discussão antes de ser implementado. O mesmo pode-se dizer das decisões de política macroeconômica. Os governos terminam e começam e os pilares de uma economia estável permanecem: compromisso com a estabilidade de preços, um Banco Central independente, um sistema orçamentário previsível e sem surpresas e excessos, e pouca ou nenhuma interferência do Estado nas empresas. Isso é tanto verdade que em vários países a figura do “Ministro da Economia” nem existe. Mas o Brasil parece gostar de não seguir esses exemplos do mundo. A cada início de governo, uma enxurrada de projetos e ações são eliminados seguindo uma linha definida daquilo que os governos eleitos entendem ser melhor para a economia. Trocam a pessoa e toda a equipe. De largada, já se perde um tempo enorme para entender como aquela repartição funciona, sua burocracia e o que poderia ou não ser feito por lei. Isso sem contar na quantidade de “ideias mirabolantes e salvadoras” que somente vingaram nas bancas de mestrado ou doutorado em Universidades sem expressão alguma. Não deveria ser assim, em especial relacionado a temas que, comprovadamente, são importantes para atrair investidores e gerar mais oportunidades. O Brasil vive, atualmente, esse “vai e vem” na economia que serve somente para prejudicar a nação. Entre 2016 e 2022, fizemos mudanças relevantes como: a reforma trabalhista, implementação de regras rígidas no campo fiscal, redução de alíquotas, independência do Banco Central, aperfeiçoamento dos marcos legais para a área de transporte ferroviário e de saneamento, diversas privatizações e redução substancial da interferência do Estado no mercado de crédito (leiase BNDES). Na minha visão, nenhuma dessas ações tem o potencial de prejudicar a economia, muito pelo contrário, a ausência delas potencializava as distorções produtivas. Porém, agora estamos diante da possibilidade, ao menos anunciada, de tudo isso ser revisto no atual governo. Conseguem imaginar a perda de tempo e de recursos públicos somente com a discussão desses temas durante anos? E qual seria o custo desse retrocesso? Os empresários querem estabilidade nas regras para tomarem suas decisões de investimento e vivem de expectativas. Se enxergam que o futuro será melhor que o presente, colocam a mão no bolso para tocar adiante seus projetos. Caso contrário, esperam o cenário ficar mais claro. A incerteza nas regras apenas contribui para adiar esses investimentos privados e compromete a capacidade de formação de riqueza no futuro. É com base nessa premissa que o termo “hoje está melhor que amanhã” serve para responder à pergunta que muitos tem feito sobre “O que será do Brasil?”. E a prova disso pode ser extraída da pesquisa mensal que a CNI – Confederação Nacional da Indústria – faz com uma amostra de empresas. O indicador, conhecido como ICEI – Índice de Confiança do Empresário industrial, traz duas aberturas: i) avaliação da situação atual e ii) perspectivas futuras. Em mais de uma década de resultados, em apenas um momento a perspectiva futura ficou igual ao presente: durante a pandemia. Também pudera, se nem os médicos sabiam o que estava acontecendo. Em todos os demais momentos da pesquisa, os empresários industriais brasileiros sempre tiveram uma perspectiva melhor que o presente. A exceção é pós resultado das eleições presidenciais de novembro de 2022. Desde então, as expectativas sobre o futuro estão piores que a avaliação do presente. Um sinal claro de que quem faz investimentos, imagina que as “coisas” piorarão. Por hora, tudo isso está no campo das “expectativas”, e pode mudar. Mas depende de como o Governo irá reagir a isso. Se insistir que tudo o que foi feito no Brasil no passado está errado e que devemos tomar um rumo diferente, o resultado pode ser uma queda dos investimentos e redução da nossa capacidade de crescimento no futuro. Pela primeira vez na história, parece que deixamos de ser “o país do futuro”.

Vokin GBV Aconcágua FIC FIA

Comentários dos Gestores

No mês, o Vokin GBV Aconcágua fechou com resultado de +2,51%, enquanto o Ibovespa fechou com +3,37%.

Em janeiro, tivemos a descoberta do que parece ser a maior fraude contábil da história do país. Não bastasse a incerteza geopolítica e econômica mundial e a incerteza econômica brasileira, a insegurança contábil é mais um motivo que tira a tranquilidade do investidor brasileiro. Fraudes aconteceram e acontecerão mais vezes. Felizmente, os fundos geridos pela Vokin não foram afetados. Nos sensibilizamos com aqueles que foram impactados: investidores minoritários, colaboradores, fornecedores e bancos credores. Que o episódio sirva para que os controles sejam aperfeiçoados. Warren Buffett diz que “devemos avaliar uma pessoa pela ética, inteligência e motivação. Se não for ética, é melhor que não seja nem inteligente nem motivada”.

Uma das contribuições positivas para o fundo no mês de janeiro foi a Bemobi, empresa de tecnologia brasileira focada no setor de telecomunicações e no usuário pré-pago. A companhia atua de maneira B2B2C, ou seja, é o elo de conexão entre empresas e consumidores, e 40% de suas receitas vêm do exterior. A empresa tem quatro linhas de negócio:

(1) assinaturas recorrentes (Apps & Games) – plataforma de jogos para celular, uma “Netflix” de games, com 35 milhões de usuários e 200 parceiros em 47 países e 85 operadoras;

(2) microfinanças – antecipação de créditos telefônicos de maneira automatizada.

(3) pagamentos digitais – processamento do pagamento de planos digitais recorrentes ou contas de pagamento;

(4) PaaS – plataforma de serviços para as operadoras, como caixa postal (obrigatória no Brasil e em muitos países) e serviços como true caller (identifica ligações de spam) e notificações de chamadas perdidas.

Esse ecossistema de serviços oferece uma vantagem competitiva à empresa em relação aos concorrentes e agrega valor às operadoras, que fidelizam o usuário, auferem uma receita marginal e podem focar no seu negócio principal. A Companhia está entrando em novos países e aumentando a implantação do Loop, solução que provê à Bemobi dados sobre o comportamento dos usuários para uma melhor oferta de produtos com redução de custo, pois não precisa tentar um contato frio de ativação por envio de SMS, por exemplo. No Brasil, onde tem o Loop implantado em todas as operadoras, a margem é o dobro do que em países onde não tem a solução. A Bemobi fez duas aquisições para os segmentos de microfinanças e pagamentos (Tiaxa e M4U, respectivamente) que dobraram o tamanho da empresa a níveis interessantes de valuation, mostrando racionalidade na alocação de capital. No setor de pagamentos, a companhia conta com uma oportunidade de crescimento no setor de utilities como saneamento e energia, cujo tamanho é 3x maior do que o setor de telecomunicações e vem passando por um processo de digitalização nos meios de pagamento tal como o setor de telecom passou há anos. A empresa tem fluxo de caixa positivo e R$550 milhões em caixa (sem dívidas), patamar próximo ao pós-IPO, mesmo já tendo adquirido as empresas mencionadas, pago dividendos (yield de 1,3% em 2022) e recomprado suas ações (2,2% em 2022).

Nos próximos meses, ficaremos atentos aos impactos de uma provável recessão norte-americana e à reabertura chinesa, impulsionando o consumo e as importações. No Brasil, acompanharemos os planos do novo governo e suas consequências, sejam positivas ou negativas, para as empresas nas quais detemos participação.

Vokin K2 Long Biased FIA

Comentários dos Gestores

A Ser Educacional anunciou a incorporação de três de suas controladas: (i) Centro de Ensino Superior Piauiense; (ii) CIESPI; e (iii) Sociedade de Ensino Superior Piauiense, alinhado com o racional de simplificar e otimizar sua estrutura organizacional. A Companhia também concluiu a aquisição do Centro Universitário 7 de Setembro, divulgada em junho de 2022, cujas operações são concentradas em Fortaleza e possuem cerca de 1600 alunos matriculados. Por fim, a Ser encerrou seu programa de recompra de ações, tendo adquirido 386.800 ações ordinárias nos últimos 12 meses, o equivalente a 0,73% das ações em circulação, as quais serão mantidas em tesouraria.

A 3R comunicou ao mercado uma reorganização de sua Diretoria Estatutária, que passará a contar com três diretores, sendo (i) um Diretor Presidente, com o encerramento do mandato de Ricardo Savini e eleição de Matheus Dias; (ii) um Diretor de Exploração e Produção, a ser ocupado por Maurício Diniz; e (iii) um Diretor Financeiro e de Relações com Investidores, preenchido por Rodrigo Pizarro. Outros dois diretores da antiga estrutura foram destituídos. A Companhia também recebeu aprovação da SUDENE para que os Polos Fazenda Belém, Recôncavo e Peroá sejam enquadrados para incentivos fiscais, que preveem a redução de 75% do IRPJ válidos por 10 anos a partir de janeiro de 2023, levando a alíquota de IRPJ + CSLL para 15,25%. A 3R ressalta que solicitará os Polos Pescada e Potiguar para o enquadramento dos mesmos incentivos em breve e destaca que os Polos Macau, Rio Ventura e Areia Branca já os possuem.

O Banrisul divulgou dados referentes a composição e exposição de sua carteira de crédito de R$ 47,4 bilhões. O principal, os 10 e os 100 maiores devedores representam respectivamente 0,31%, 2,21% e 9,39% da carteira. A exposição ao Comércio Varejista é de R$ 1,2 bilhão, ou 2,5% da carteira total, com o principal devedor compondo apenas 0,12% da carteira total. Geograficamente, as superintendências localizadas no Rio Grande do Sul representam 78% da carteira de crédito total e 84% da carteira à Pessoa Jurídica. A posição referente a operações de risco sacado não possui relevância e totaliza menos de R$ 10 milhões. O Banco também ressalta que não possui operações de crédito com as Lojas Americanas.

A Marfrig comunicou que recebeu do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento do Brasil (“MAPA”) a habilitação de suas plantas para as seguintes atividades: (i) exportação de carne bovina in natura para a Indonésia, nas plantas de Chupinguaia (RO), Promissão (SP) e Tangará da Serra (MT); (ii) exportação de carne bovina in natura para a Singapura, na planta de Bagé (RS); (iii) exportação de produtos industrializados para o Canadá na Unidade de Industrializados de Várzea Grande (MT).

A Tim recebeu o pedido de renúncia apresentado por Camille Faria, que ocupava os cargos de Diretora Financeira (CFO) e de Diretora de Relações com Investidores (DRI), os quais serão assumidos interinamente por Alberto Griselli, atual CEO da companhia. A Companhia ressalta que os procedimentos para indicar os substitutos efetivos dos cargos já foram iniciados, além de prestar agradecimentos para Camille pelo desempenho de suas funções como diretora, especialmente no âmbito da aquisição e integração dos ativos da Oi Móvel.

A Itaúsa anunciou o pagamento de ações decorrentes da bonificação anunciada em novembro de 2022. Entre as 292 mil ações leiloadas, 260 mil preferenciais foram alienadas no valor líquido de R$ 8,56 por ação, enquanto as outras 32 mil ordinárias foram liquidadas em R$ 8,93 por ação. Os valores citados foram disponibilizados aos acionistas na proporção das frações de cada espécie detidas na data-base de 10 de novembro de 2022. A Companhia também comunicou que obteve as assinaturas para consolidar os Acordos de Acionistas da Itaúsa, da Companhia ESA e da O.E.S. Participações S.A, tendo sido realizados aprimoramentos e ajustes redacionais.

Vokin Everest FIC FIM

Comentários dos Gestores

O ano iniciou com a retomada do otimismo nos mercados internacionais, tendo como destaque o fechamento da curva de juros nos Estados Unidos (título de 10 anos cedendo para patamar próximo aos 3,50%) e alta nos índices de ações. O sentimento predominante no mercado é de que a desaceleração econômica, que já está em curso no país, será suficiente para trazer a inflação para patamares satisfatórios sem a necessidade do Banco Central (FED) ter que elevar as taxas de juros além do que já era esperado, e que poderia causar uma recessão mais profunda. Esse movimento inclusive impactou na continuidade da desvalorização do dólar frente a uma cesta de moedas medida pelo indicador DXY. Apesar desse início de retração econômica, o mercado de trabalho permanece bastante resiliente, situação que ainda gera incerteza quanto às condições necessárias para redução no nível de inflação. Já no primeiro dia de fevereiro, o FED diminui o ritmo de alta nos juros para 0,25 p.p., levando para um intervalo entre 4,50% e 4,75% e afirmando que, apesar da inflação já ter cedido, ela continua elevada e que permanecem empenhados em retornar a inflação para o objetivo de 2,00%. A sinalização é de que haverá ainda pelo menos mais uma elevação da taxa básica de juros.

Outro fator a trazer otimismo nos mercados foi a flexibilidade das restrições na política de “Covid Zero” na China, ampliando a expectativa de uma aceleração da retomada econômica, inclusive contando com novos estímulos do governo, efeito que impactou na alta nos preços de diversas commodities durante o mês. A guerra na Ucrânia voltou a ganhar destaque em função da nova rodada de armamento pesado doado ao país e com sinalizações de que, encerrado o período mais rigoroso do inverno, os combates voltem a se intensificar. Cabe lembrar que, em fevereiro, se completam doze meses contínuos de conflito.

No Brasil, as atenções permaneceram concentradas nas manifestações do novo governo, sendo, em alguns casos, desencontradas e retificadas momentos depois. Em linhas gerais, continuam as sinalizações de uma elevação no nível de gastos públicos, assim como a intenção de elevar as metas de inflação, o que tem elevado as precificações nas curvas de juros longas. O grande destaque de fevereiro será a repercussão das eleições dos presidentes da Câmara dos Deputados e Senado, iniciando assim as atividades do Congresso.

Em sua primeira reunião do ano, o Comitê de Política Monetária do Banco Central manteve a taxa Selic inalterada em 13,75% e indicando que esse nível de juros deverá permanecer estável por um bom período.

Acompanhando parcialmente o movimento global de otimismo nos ativos de risco, o Ibovespa encerrou o mês com alta de +3,37%, e o dólar se desvalorizou -4,02% frente ao real. As preocupações quanto ao cenário fiscal do país levaram a uma abertura importante na curva de juros reais de longo prazo, representando, por exemplo, queda de -1,35% na NTN-B com vencimento em 2035.

O Everest encerrou o mês com alta de +1,13%, ante +1,12% para o CDI, acumulando nos últimos 12 meses alta de 13,11% ante 12,81% do CDI. Os destaques positivos em janeiro foram do quantitativo Giant Sigma (+2,85%), e dos multimercados macro Verde (+2,69%) e Gávea Macro Plus (+2,56%). Na parte negativa, os piores desempenhos foram da posição direcional em NTN-B 2035 (-1,35%), do fundo long & short de ações Ibiúna STLS (-1,11%) e do multimercado macro JGP Strategy (-0,97%). No mês foram feitos dois ajustes na carteira através do resgate total dos fundos Kadima High Vol e NW3 Event Driven Plus, o que aumentará a parcela atrelada ao CDI assim que os mesmos forem liquidados.

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