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Carta 175Agosto 2019

Comentário do gestor

Prezados Coinvestidores,

A escalada na guerra comercial entre Estados Unidos e China tem deixado o mercado financeiro atento à ameaça que este problema pode trazer para o ritmo do crescimento da economia global. O que começou com um pequeno aumento de tarifas pelos Estados Unidos (que tem uma relação bem deficitária na balança comercial com a China), agora tem toma-do proporções maiores, com aumento de tarifas e ameaças de parte a parte.

Os Estados Unidos têm muito mais o que taxar em produtos chineses do que a China em produtos americanos. A China, por outro lado, ameaça desvalorizar sua moeda para continuar competitiva, além de taxar produtos agrícolas americanos o que afeta o produtor do meio oeste, reduto eleitoral de Trump.

Como esse assunto afeta as duas maiores economias do mundo e traz consequências para toda economia mundial, na medida que EUA e China são os maiores parceiros comerciais da maioria dos países (incluindo o Brasil), o ideal seria que as negociações fossem calmas e tranquilas, pensando-se bem nas consequências para os dois países, mas Trump decidiu usar a mídia para pressionar a China a fechar um acordo nos seus termos. Como os chineses também tem orgulho, não querem se submeter às condições de Trump, e um meio termo precisa ser encontrado por ambas as partes, sob pena de todos saírem perdendo.

O fato desse assunto estar na mídia traz um agravante para a negociação: a vaidade!

Trump, que escreveu um livro intitulado “A arte da negociação”, sabendo que tem mais munição, tem usado o Twitter, mídia social que se alastra para a mídia aberta, para elevar o tom de suas ameaças, querendo mostrar para todos que quer sair “vitorioso” nessa guerra, já pensando nas eleições do ano que vem. Pode ser que funcione, mas entendo que o mais fácil para um acordo seria buscar uma saída honrosa para a China, mas este não é o perfil de Trump. E isto pode dificultar o acordo.

Na Inglaterra, o primeiro ministro Boris Johnson quer forçar a saída do Reino Unido da União Europeia mesmo sem acordo até o dia 31 de outubro, mas a oposição quer barrá-lo e pode ser que tenham nova eleição. Na Argentina (terceiro maior parceiro comercial do Brasil), a oposição (com Cristina Kirchner) ganhou as prévias e as pesquisas indicam que voltarão ao poder em dezembro. Isso fez o peso argentino ter uma forte desvalorização frente ao dólar, a bolsa argentina ter uma forte queda e o risco de um novo default na Argentina ser quase certo.

Todas essas incertezas políticas afetam o mercado. Por outro lado, são boas lições para o Brasil, que está tendo uma aula de graça com a Argentina. O atual governo tem que cuidar para que daqui a três anos não estejamos na mesma situação, e isso implica em cuidar bem da economia e da população ao mesmo tempo.

Estamos atentos aos acontecimentos, sempre pensando na melhor forma de proteger nossos investimentos conjun-tos.

Em agosto nossos Fundos de Ações Vokin GBV Aconcágua e Vokin K2 renderam -0,76% e -0,10% no mês, quando o Ibovespa rendeu -0,67%. No ano, nossos fundos sobem +27,04% e +22,71% até o final de agosto. No mesmo período o Ibovespa sobe +15,07%.

Nosso Fundo Multimercado Vokin Eve-rest rendeu -0,22% em julho, quando oCDI rendeu +0,50%. No ano, sobe +6,09%, 145% do CDI, de +4,18% noperíodo.

A inflação acumulada até 15 de agosto (IPCA-15), está em 2,51% no ano – e deve terminar 2019 abaixo dos 4%.

Acreditamos que o Banco Central do Brasil deverá reduzir ainda mais a taxa básica de juros na reunião de setembro, para 5,75% ou 5,5% ao ano (menor patamar histórico), acompanhando outros bancos centrais que têm reduzido juros no mundo todo. O FED (Banco central americano) também deverá reduzir mais os juros em setembro.

Esta queda de juros verificada nos últimos meses e a sua possível estabilização em níveis mais baixos deverá favorecer tanto o fundo multimercado quanto os fundos de ações da Vokin.

Estamos otimistas, porém cautelosos! Otimistas com a queda de juros e confiantes em nosso processo de tomada de decisões, porém cautelosos em relação aos riscos de um desaquecimento da economia mundial.

Setembro e outubro costumam ser meses que exigem uma atenção maior ao que acontece nos países do hemisfério norte. Estamos sempre pensando no longo prazo e atentos às notícias de curto prazo.

Muito obrigado pela confiança e por estarem junto conosco!

Economia

Um novo cenário a frente

Os dados mais recentes da economia mundial sinalizam que o processo de desaceleração em curso tem origem no setor industrial. Em destaque o fato de que é um movimento sincronizado na China, EUA e Região do Euro, e gerando impactos em todas as demais economias de menor relevância. Porém, há elementos diferentes nesse processo. Nos EUA, por exemplo, a indústria de bens duráveis voltada para produtos eletrônicos, juntamente com equipamentos de defesa e energia são o destaque em meio a números não tão bons para a indústria moveleira, equipamentos de transporte e química. Na Alemanha, os segmentos mais afetados estão ligados a indústria de veículos e máquinas e equipamentos, com impacto direto sobre a indústria do aço. Destaque que a Alemanha produz cerca de 5 milhões de veículos/ano e é o maior exportador desse produto no mundo. Aqui, a Guerra Comercial, bem como uma desaceleração nos países desenvolvidos, irá afetar em cheio um importante segmento para o PIB do país e os números já mostram isso. Na China, a desaceleração da indústria já ocorre há pelo menos uma década, trazendo as taxas anuais de dois dígitos para perto de 6% ao ano. Agora, o movimento tem sido de um novo ajuste em torno de 5% ao ano e um dos setores que mais sente essa desaceleração é a produção de veículos. O maior produtor de veículos do mundo, responsável por cerca de 28% da produção mundial, está passando por um ajuste que tem foco principal no mercado interno. A China produziu, nos últimos cinco anos, uma média de 27 milhões de veículos/ano e, agora, está no patamar de 18-20 milhões. É uma desaceleração forte que já desempregou, somente nos últimos 18 meses, mais de 200 mil pessoas e tem o poder de contaminar empresas específicas ao redor do mundo cujos resultados dependem da performance Chinesa. Isso porque cerca de 40% dos lucros da Audi, por exemplo, estão ligados ao mercado chinês. Para a VW, essa relação é de 25%, BMW, de 22% e GM, de 18%. Portanto, lucros menores na China podem comprometer investimentos do setor em outros países e potencializar ainda mais o processo de desaceleração. Note que, o menor volume de produção de carros na China em pouco tem relação com a atual Guerra Comercial com os EUA. Isso porque esse é um processo que se iniciou há mais tempo e quase a totalidade do que o país produz de veículos é consumido internamente. Mas isso não quer dizer que toda a discussão sobre tarifas terá impacto limitado. Na verdade, a preocupação maior recai sobre setores industriais específicos que se relacionam com exportações para os EUA e que estão alocados em dois segmentos: máquinas e têxtil. Ambos são importantes para a composição das exportações da China e, ao mesmo tempo, para a pauta destinada para os EUA. No primeiro, destaque para equipamentos de comunicação, televisores, celulares e partes usadas em equipamentos de escritório. Já a indústria têxtil possui um leque maior de produtos. Se tivermos uma desaceleração acentuada nesses dois segmentos, o resultado final para o setor industrial Chinês não será nada bom para o resto do mundo. Além da China, os países que podem sofrer com essa desaceleração estão localizados principalmente na Ásia, que ampliou as conexões produtivas com a China. Parece claro para todos nós que estamos diante de uma desaceleração mundial que tem origem em países desenvolvidos e se mostra coordenada. Até aqui, nenhum problema, pois esse movimento cíclico é natural e já aconteceu em outros momentos da história. O que devemos nos preocupar é com o remédio que será dado e em que dose. Em situações normais, a política monetária e fiscal pode atuar em conjunto para corrigir os desequilíbrios construídos durante o ciclo de prosperidade. Veja bem, em situações normais, algo que não está desenhado nesse momento. Do lado da política monetária, nos deparamos com juros perto de zero – quando não negativos – na maioria dos países desenvolvidos. E, do lado fiscal, desde a crise do subprime que os governos ainda lutam contra déficits primários em um ambiente onde o que se vê é um crescente endividamento. A honrosa exceção é a Alemanha que conseguiu reduzir a relação dívida/PIB nesses últimos anos. O que podemos esperar para os próximos meses é menos juros (onde for possível e até ampliando os juros negativos) e políticas de incentivo ao consumo e investimento em uma corrida para evitar que o mundo entre em recessão. O que fica claro é que estamos diante de um período com menor crescimento torcendo para que não vire recessão.

Vokin GBV Aconcágua

Comentários dos Gestores

No mês de agosto o Vokin GBV Aconcágua fechou com resultado de -0,76%, enquanto o Ibovespa fechou com -0,66%. O mês começou com o anúncio, feito por Donald Trump, de aumento de 10% nas tarifas sobre cerca de US$ 300 bi em produtos chineses exportados para os EUA a partir de 1º de setembro. A China retaliou, inicialmente, com a desvalorização de sua moeda e a suspensão da importação de produtos agrícolas americanos através de suas estatais e, em um segundo momento, no final do mês, com a imposição de tarifas adicionais sobre US$ 75 bi em produtos dos EUA e a retomada da taxação de 25% sobre carros americanos a partir de 15 de dezembro. Trump retrucou no mesmo dia, elevando as tarifas sobre importações chinesas a partir de 1º de outubro: as tarifas já em vigor sobre US$ 250 bi de importações subirão de 25% para 30% e os US$ 300 bi restantes serão taxados em 15%, em vez de 10%, a partir de 1º de setembro. A vitória da chapa liderada por Alberto Fernández e Cristina Kirchner nas primárias argentinas fizeram o peso disparar no mês e forçou o atual presidente, Maurício Macri, a tentar renegociar os prazos de pagamento das dívidas do país. A situação ruim de um parceiro comercial importante do Brasil, aliada à guerra comercial entre EUA e China, contribuiu para preocupações aqui no Brasil. O dólar se valorizou 8% em relação ao real, alta parcialmente freada pela atuação do BC brasileiro que vendeu dólares de suas reservas no mercado à vista. Mesmo com o cenário externo turbulento, a aprovação em segundo turno da reforma da previdência, o PIB brasileiro acima do esperado, a indicação da China de que não responderia imediatamente ao mais recente aumento de tarifas imposto por Trump e a ênfase na necessidade de desacelerar a guerra comercial, fizeram com que boa parte da queda observada durante o mês se revertesse, com as ações ficando praticamente estáveis em agosto. Nesse contexto, falaremos sobre uma das principais posições do fundo, que pouco responde às oscilações na economia mundial. Trata-se da geradora de energia AES Tietê, que temos há mais de dois anos. A empresa produz energia de forma hidráulica, eólica e solar, possuindo capacidade energética de 3,3GW (2% da capacidade total brasileira de 166GW). Antes somente geradora hidrelétrica, a Tietê vem acrescentando as energias alternativas eólica e solar desde 2017. A estratégia passa por capturar os melhores pontos geográficos de luz solar e vento e reduzir a volatilidade dos resultados, pois tais fontes performam melhor em tempos de pouca chuva. Geradoras de energia começam o ano com parte da produção já vendida. Caso produzam menos que a quantidade vendida, devem comprar o que falta no mercado “à vista”. Caso produzam mais do que o vendido, vendem o excedente “à vista”. O resultado da empresa, nos últimos anos, foi penalizado pela falta de chuvas no país. Além de atribuirmos um valor intrínseco maior do que o negociado no mercado, acreditamos que a empresa protegerá nosso patrimônio quando a próxima crise ocorrer, dado que o consumo de energia elétrica cai menos que a economia nesses períodos. Em setembro teremos que acompanhar os próximos passos da guerra comercial EUA x China e sua consequência sobre a economia global. Enquanto o cenário exterior permite, felizmente o Brasil vem fazendo o dever de casa.

Vokin K2 Long Biased FIA

Comentários dos Gestores

Em agosto, estes foram os principais fatos ou comunicados ao mercado das empresas dos Fundos:

MINERVA: informou que o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (“MAPA”) notificou a abertura do mercado da In-donésia para exportação de carne bovina, e a Companhia teve cinco plantas habilitadas no processo, com capacidade total de abate de 8.505 cabeças/dia. A Indonésia foi responsável pela importação de aproximadamente 150 mil toneladas de carne bovina, sendo a Austrália responsável por suprir cerca de 40% deste total.

GRAZZIOTIN: anunciou um programa de recompra de ações que contemplará a aquisição de até 255.900 ações ordinárias e 849.700 ações preferenciais, representando 10% das ações em circulação de ambas as classes. As aquisições poderão ser efetua-das de 02/09/2019 a 13/12/2019 e permanecerão em tesouraria para posterior alienação ou cancelamento, sem redução do capital social.

CELESC: obteve autorização da ANEEL para o reajuste das tarifas a serem praticadas pela subsidiária integral Celesc Distribuição S.A, que atende a mais de 3 milhões de unidades consumidoras. O reajuste médio é da ordem de -7,8%, composto por encargos setoriais, custos com transmissão, entre outros.

PÃO DE AÇÚCAR: comunicou que o Casino alterou o preço de aquisição da participação indireta que a Éxito detém no grupo, de R$ 109,00 para R$ 113,00 por ação. Essa operação do grupo Casi-no é parte da reestruturação para a simplificação de sua estrutura societária e aumento de liquidez na América Latina.

SANEPAR: aprovou as tratativas do processo de renovação da concessão com o município de Ponta Grossa. Atualmente, o município representa a 4ª maior receita da companhia.

KLABIN: noticiou que, após trânsito em julgado da ação exclusória do ICMS da base de cálculo da PIS/COFINS, com efeitos a partir de abril de 2002, estimou os recursos de créditos no montante de R$ 1 bilhão de reais. Após a confirmação dos valores, os créditos referidos serão registrados nas demonstrações financeiras do terceiro trimestre de 2019. Este valor, para fins de comparação, é de cerca de 10% da receita líquida da empresa no ano de 2018.

IOCHPE-MAXION: celebrou contrato de compra e venda com a Amsted Rail Brasil e a Greenbrier do Brasil Participações Ltda, no qual alienou 18,25% de sua participação no capital social da Amsted-Maxion Fundição e Equipamentos Ferroviários S.A por US$ 5 milhões. Desta forma, a companhia passará a deter 19,5% do capital social da referida joint venture. A operação ainda depende de aprovação do CADE e da capitalização na Amsted-Maxion Fundição por seus acionistas de parte do saldo em aberto de financiamento outorgado anteriormente à companhia.

Vokin Everest FIC FIM

Comentários dos Gestores

Agosto foi um mês bastante conturbado para os mercados, motivado principalmente por fatores externos que geraram movimentos globais de aversão ao risco. O mês iniciou com parte do mercado decepcionado com o discurso do presidente do Banco Central americano (Fed) indicando que o último corte de juros teria sido pontual e não o início de um novo ciclo. A partir daí, iniciou-se um período de aumento de volatilidade impulsionado por duras críticas de Donald Trump ao presidente do Fed, seguido de uma nova escalada na guerra comercial entre Estados Unidos e China. Como pano de fundo, o crescimento global segue em processo de arrefecimento, levantando dúvidas sobre como os governos, principalmente na Europa, conseguirão estimular suas economias em um ambiente em que as taxas de juros negativas são uma realidade para diversos países.

Além desses fatores mencionados, tivemos também a grande surpresa com relação as prévias das eleições presidenciais na Argentina, em que a chapa de esquerda Fernández-Kirchner se mostrou com ampla vantagem sobre o atual presidente Macri para a eleição de outubro. Esse episódio levou a uma expressiva desvalorização dos ativos financeiros argentinos, mas também com algum contágio para outros emergentes. No Brasil, tivemos poucas novidades no âmbito político, porém cabe ressaltar o anúncio do PIB do 2º trimestre, que veio acima do esperado e indicando uma tímida retomada, além de uma pequena melhora nos dados de emprego.

Com relação ao desempenho mensal dos principais indicadores locais, a bolsa encerrou em leve queda (Ibovespa com – 0,67%), dólar com forte alta contra o real (+9,92% no mês, maior alta mensal dos últimos 13 meses) e abertura das taxas de juros reais (levando à queda de -0,40% no IMA-B).

O fundo Everest encerrou o mês com queda de -0,22%, ante 0,50% do CDI, acumulando, no ano, rentabilidade de 6,09% ante 4,18% do CDI, ou seja, 145,6% do CDI no ano. O resultado negativo do Everest teve como principais contribuições as perdas com desvalorização do real, abertura das curvas de juros e uma posição específica em Argentina, sendo os fundos de pior desempenho Exploritas Alpha América Latina (-16,95% no mês), Gávea Macro Plus (-1,57%) e Garde D’artagnan (-1,13%). Os melhores resultados no mês foram dos Ibiúna STLS (+2,93%), Apex Infinity 8 (+2,71%) e Itaú Hedge Plus (+1,94%).

No mês foram efetuadas duas alterações na carteira, ambas reduzindo a exposição a risco do Everest. A primeira foi a troca do fundo SPX Raptor pelo SPX Nimitz, sendo que o Nimitz replica exatamente a estratégia do Raptor, porém com um menor nível de volatilidade. A segunda foi o resgate total do Neo Multi, dado que o desempenho acumulado nos últimos anos não tem sido consistente, além de não conseguirmos vislumbrar a retomada de resultados satisfatórios e descorrelacionados que o fundo apresentava no passado.

Ainda nos últimos dias de agosto tivemos uma leve recuperação dos mercados, principalmente por uma nova sinalização de retomada das conversas entre Estados Unidos e China, assunto que deve seguir em destaque nos próximos meses, além das surpresas positivas com o PIB e taxa de desemprego no Brasil. Em setembro teremos nova decisão do Banco Central sobre a Selic, que deve levar a taxa básica de juros para 5,50%, além tramitação da reforma da previdência no senado, cuja votação final deverá ocorrer apenas em outubro.

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